I Seminário de Educação Física Inclusiva

19 de agosto de 2013 - 11:07

No dia 16 de agosto, a Unilab recebeu, no Anfiteatro do Campus da Liberdade, o Seminário de Educação Física Inclusiva, promovido pela Associação de Pais e Amigos dos Deficientes de Redenção (APADR) como CREDE 8 e Prefeitura de Redenção.

O evento contou com a presença de Educadores Físicos, Estudantes e Professores do ensino fúndamental e médio, além de Especialistas e interessados sobre a questão da educação inclusiva.

Na ocasião, participaram representantes de municípios da Região do Maciço de Baturité, como Redenção, Acarape, Guaiúba, Barreira, Pacoti, Aracoiaba, Baturité  além de Pacatuba, Maracanaú, Itaitinga e Fortaleza.

A abertura foi realizada pela Pró-Reitora de Extensão, Arte e Cultura, Analu Silva Souza, que falou sobre o desafio e a disponibilidade da universidade para discutir e desenvolver ações que promovem a inclusão. “A Unilab é composta por pessoas com diferenças físicas, sociais, étnicas e culturais. Então, é preciso pensarmos tanto na produção de materiais quanto na formação de professores que respeitem essas diferenças. O maior diploma de uma pessoa é saber ouvir o outro e se colocar a disposição para aprender e aprender com o objetivo de transformar o mundo”, destacou.

 

O educador físico da Unilab, Jorge Marinho, enfatizou a importância de debater sobre o assunto. “O tema está cada vez mais presente no cotidiano das pessoas, tendo aumentado significantemente a demanda pelo diálogo que promova a inclusão. Sendo a Unilab uma instituição que tem como norte a cooperação solidária, não conseguiria imaginar um local mais propício para a realização desse seminário”, concluiu.

 

De acordo com o coordenador da APADR, José Stênio da Silva Chaves, o evento é o pontapé inicial para as atividades de discussão e promoção da educação inclusiva, por meio do esporte, entre os municípios da Região do Maciço de Baturité e circunvizinhos, com o apoio da Unilab. “A ideia é promover a troca de boas experiências entre as pessoas dessas cidades. Além de incentivar que crianças e jovens tenham a oportunidade de participar de competições paraolímpicas e, quem sabe, chegar até as Paraolimpíadas de 2016, que vai ser no Brasil”, destacou.